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02/11/2011

Quem é você?




Alguma vez você já se perguntou: "quem sou eu?" ou "o que estou fazendo aqui?" ou "E agora? Pra onde eu vou?"

Algumas vezes, na rua ou em um lugar público, eu já me vi filosofando com o seguinte pensamento: "Tanta gente e olha eu aqui! Eu, com meus pensamentos, desejos, tristezas e alegrias. E por mais que eu compartilhe minha vida com as pessoas que conheço ou as que amo, ninguém pode ocupar o meu lugar. Ele é pessoal, único e intransferível!!"

Vivemos o dia a dia e podemos nem perceber qual é a nossa verdadeira missão, mesmo que já a estejamos cumprindo... Respostas... O melhor é não se torturar atrás delas, esquecendo o principal que é viver!

O fato de sermos únicos (e todos somos!) deve ser uma motivação para o auto investimento. Se nasci nota 5, por que me conformar em vez de tentar me tornar nota 10? Mas esta é uma decisão individual. Você pode passar a vida toda sendo a mesmice, ou pode decidir ser cada vez melhor. Reconhecendo os próprios defeitos e tratando de lixar as rebarbas e aparar as pontas da sua personalidade e melhorando o modo como que se relaciona com as outras pessoas. Ninguém pode fazer isso por você.
Não é fácil, mas é possível. As pessoas deviam parar de apontar o dedo para os defeitos dos outros e deixar de criticar a vida alheia. Sobra mais tempo para mergulhar nas próprias falhas para tentar corrigi-las. Ah, o mundo seria bem diferente...
Para encerrar este papo filosófico e em resposta a pergunta "Quem é você?" , eu me atrevo a responder em seu lugar. Não se zangue...


Você é quem e aquilo que deseja ser, pois mesmo sendo um grãozinho de areia neste imenso mundão com 7 bilhões de pessoas, Você é dono da sua vida e infinitamente único e especial.

Que isto seja seu maior incentivo para encontrar o caminho da felicidade!



Vídeo Philip Scott Johnson


04/04/2011

Intimação - Ministério Público Federal - delete!

Você recebeu um e-mail com este texto? Levou um susto, não é?




Mesmo assim, não arrisque, nem ceda a curiosidade. Nunca clique em links de mensagens duvidosas. Verifique se conhece o remetente, pesquise o título da mensagem no Google, mas não clique no link.
"Eles" tentam de tudo para fazer você clicar e desta forma infectar seu computador para roubar suas senhas, etc.

A resposta para este e-mail é este abaixo e está no site do Ministério Público Federal:


http://www.pgr.mpf.gov.br/

Vou ler em voz alta:
"Cuidado com e-mails falsos! O MPF não envia e-mail para intimar ou notificar o uso fraudulento do CPF. Esse tipo de mensagem invade o computador do usuário e pega dados como senhas bancárias e de cartões de crédito. Apague-as imediatamente."

Ou seja, nenhuma notificação, mesmo intimação, não é feita por e-mail. Recado dado. Duro é aguentar uma média de três e-mails deste tipo por semana...

12/03/2011

Quando nossos filhos tornam-se Filhos do Mundo

Um dia o desejo brota. Não sei de onde vem essa vontade de embalar um bebê. Corremos atrás do sonho até que se torne realidade.

Seja do próprio ventre, seja do coração, um filho e traz um encantamento. Um pequeno revolucionário que nos transforma em anjos da guarda. Obtém da nossa alma o amor mais sincero e incondicional. É tanto amor que parece não caber... Vestimos o manto da responsabilidade, despertando temores e cuidados nunca observados antes. Aflora a auto preservação necessária para garantir a própria existência em função de outra.

Os anos passam e, num piscar de olhos, o bebê indefeso cresce e se transforma em projeto de adulto. Por vezes, até esquecemos de nos preparar para a chegada deste momento. O coração fica apertado quando o filho começa a questionar nosso comando, e observamos uma distância sutil tomar o lugar de uma cumplicidade plena. Ele se afasta pouco a pouco, embora o coração de mãe permaneça imóvel, intacto e intocável.

É a lei da vida. Quando chega a hora é melhor aceitar, abrir as portas e libertá-los sem relutar.
É entregá-los à selva confiantes de que serão capazes de colocar em prática tudo aquilo que ensinamos. Mas continuaremos a zelar de forma dissimulada. Parte do que somos estará sempre com eles, assim como eles estão sempre em nossas orações. Passamos a ser espectadoras do que antes estava sob nosso comando, com os braços sempre abertos para acolher, amar, proteger e acarinhar quando for solicitado.

Quando nossos filhos tornam-se filhos do Mundo, substituímos fraldas e mamadeiras por abraços e conforto. Seguirão nas sementes que continuam gerando frutos numa árvore infinita de gerações. E nós observamos satisfeitas, desfilando sorrisos de Monalisa. Esta é a recompensa. Invisível, aos olhos, mas tão intensa como um Universo chamado Amor.



12/10/2009

Todo o dia é dia da criança!

Este mês completo meus 49. Mas, se tem uma coisa que aprendi na vida, é a importância de manter meu lado criança vivo e livre para se manifestar. Quando a gente cresce, amadurece, percebe que ser adulto pode ser uma chatice se considerar a lista de responsabilidades e cobranças que o dia a dia impõe.

Entendi que mantendo um pedacinho de mim e do meu coração pra que minha criança se expresse, não corro o risco de me tornar aquilo que não quero ser.

É tão bom poder sentar no chão e brincar com meus netos, fazer caretas e dar gargalhadas. Fazer cócegas no meu caçula e brincar de dar susto. Parar tudo que estou fazendo só pra curtir uma música e dançar. E me permitir rir de coisas bobas e falar delas sem o mínimo constrangimento. Sou criança quando o Natal chega e deixo a magia me invadir e não vejo a hora de montar minha árvore, reunir a família e abrir presentes...

E hoje, no dia das crianças, um viva para minha que está me acompanhando e colorindo meus dias duros e difíceis. Assim como meu anjo da guarda que me cuida e me acalenta, a minha criança me traz a motivação e a alegria que preciso para ver a vida com mais cor, com mais música e entender que para ser adulto não é preciso ser duro, sério e muito menos perder a inocência.




20/08/2009

Revista Deusas 3 e eu - Edição inverno


A Revista Deusas é uma publicação feminina virtual que pode ser baixada gratuitamente.

Projeto e sonho realizado por três mulheres de valor:
Lucia Freitas, Lu Monte e Nospheratt.

Estou particularmente feliz com o resultado da terceira edição - Edição de Inverno que somou valor com o trabalho de várias colaboradoras que, assim como eu, tiveram esta chance de mostrar um pouquinho do que sabem passar através de textos e conhecimento específico.

Gosto de escrever, sempre gostei. Mas a oportunidade de fazer parte deste bibelô lindo e de qualidade alegrou minha vida!

Meninas, obrigada pela oportunidade e por me darem a satisfação e o orgulho de mostrar um pouco do meu lado escritora....

Baixe já a sua Revista Deusas nº 3 neste endereço:

revistadeusas.deusario.com/edicao-3-inverno-2009


01/07/2009

Eu infectei a internet !

Há uns 10 anos, a internet entrou na minha vida assim, devagarinho... devagarinho. Quando me dei conta, ela já tinha virado parte do que sou e hoje não vivo sem ela!
No início tudo se resumia em receber e encaminhar emails metodicamente. Minha sede de conhecimento e meu caráter literalmente investigativo foram as alavancas para espandir a sua utilização. Mergulhei de cabeça até que finalmente virei uma bloqueira.
Só que a Internet é tecnologia pura e é difícil acompanhar seu ritmo. Assim, como um computador que em pouco tempo já fica desatualizado, você começa com um Orkut e depois entra também no Facebook. Você assina um Meadiciona, mas como não traçar um perfil no Google? Usa um MSN, descobre o Google Talk. Tantos logins e tantas senhas, tantos apelos de cadastro...E lá vou eu entrando em mais um.












Recentemente acabei me rendendo ao Twitter. O apelo era péssimo: dizer aos outros o que estou fazendo. Pareceu bem rídículo, mas ainda assim arrisquei. Quer saber ? É a minha cara! Porque eu uso para me manter informada, sigo pessoas
e perfis que me contam coisas interessantes, que me fazem rir, curiosidades, novidades em geral... O mundão bom! E nem falo do encantamento de seguir alguns stars, o que me possibilita conhecer um outro lado de pessoas antes inacessíveis. Afinal, neste universonet onde há tantas pessoas de mérito, eu sou uma mera agulha. Não sou famosa, não apareço em programas de televisão, não sou escritora de sucesso, não tenho um milhão de seguidores no Twitter e meus blogs são formiguinhas.

















Admito que o bichinho da internet me infectou. Mas, doce vingança, afirmo
convicta que eu também infectei a internet! Outro dia, curiosamente (olha lá a vaidade pessoal...) pesquisei meu apelido no Google (risos). Olha lá! "Eu" nos comentários que deixo em alguns blogs e sites, "eu" nos meus próprios blogs, na minha antiga página pessoal...Eita!
Portanto, sou uma agulhinha, mas anônima não sou mais. Eu consegui uma proeza: infectei a internet!











Amigos, podem ficar tranquilos.
Estou longe de ser um worm, um malware ou trojan... Considerando que meu vírus é do bem, seu PC não corre perigo! E se um dia tiver vontade de me encontrar, fique à vontade. Neste ninho de mafagafos, lá no fundo do palheiro.... aquela agulha sou eu!! Você me encontra sim! Não é bárbaro?


16/04/2009

Uma nova postura para viver

Recebi por e-mail e repasso via You Tube.
Para refletir um pouquinho. E, quem sabe, rever conceitos, descobrir os verdadeiros valores.
A grande transformação começa dentro de cada um de nós!



11/04/2009

Feliz Páscoa!

Falando em Páscoa, lembrei desta fotografia tirada mais ou menos em 1965. Eu, com uns cinco anos, meus irmãos e minha avó Lola pousando em um momento de pura alegria.Meu pai, que na época já estava separado de minha mãe, trouxe uma "pequena surpresa" para nós. Olha o tamanho do ovo de Páscoa!! Outros tempos. Muitas páscoas já se passaram. Quanta coisa mudou. Mas a essência da data continua. Vamos comemorar alegremente a Páscoa em família. Com ovos de chocolate grandes ou pequenos, recheados ou sem recheio. Se preferir, até sem eles... Isso nem importa tanto assim!

Feliz Páscoa para você.

21/03/2009

"Que será, será !"

Apesar de ter nascido em 1960, durante muitos anos convivi e viajei através dos filmes produzidos na década de 50. Um mundo paralelo encantador, no qual sempre mergulhei de cabeça. (Aliás, filmes e artistas me fascinam até hoje).

Meu pai me enviou hoje uma apresentação de Power Point, delícia de imagens e informações sobre cinema e músicas. Mas mal sabe ele que o que mais me comoveu foi lembrar de sua própria mãe, minha querida avó Lola, cantarolando a música "Que será, será", (aqui apresentada pela atriz Doris Day).



Nós catávamos uma versão em português. Aqui está a letra em inglês e uma mistura de tradução com alguns trechos da versão que eu me lembro:

When I was just a little girl,
(quando eu era menininha)
I asked my mother what will I be?
(perguntei a minha mãe o que eu seria)
Will I be pretty?
(eu serei bonita?)
Will I be rich?
(Serei rica?)
Here's what she said to me:
(E ela me disse assim:)

(Refrão:)

Que será será,
(que será, será)
what ever will be, will be;
(aquilo de for, será)
The futures not ours to see.
(o futuro não se vê)
Que será, será,
What will be, will be

When I was just a child in school
(quando eu era uma criança na escola)
I asked my teacher what should I try
(perguntei ao meu professor o que deveria tentar)
Should I paint pictures
(deveria pintar quadros?)
Should I sing songs
(deveria cantar músicas?)
This was her wise reply
(esta foi sua resposta sensata:)

(Refrão)

When I grew up and fell in love,
(quando cresci me apaixonei)
I asked my sweetheart, what lies ahead,
(perguntei ao meu amor, o que virá depois)
will we have rainbows
(haverá arco-íris)
day after day?
(dia após dia?)
Guess what my sweetheart said:
(e o meu amor me disse:)

(Refrão)

Now I have children of my own
(agora eu tenho meus filhos)
they ask their mother what will I be
(eles perguntam a própria mãe o que vão ser?)
will I be handsome?
(vou ser bonito?)
will i be rich?
(vou ser rico?)
I tell them tenderly
(digo-lhes carinhosamente assim:)

Que será será,
(que será, será)
what ever will be, will be;
(aquilo que for, será)
The futures not ours to see.
(o futuro não se vê)
Que será, será,
What will be, will be

Eu era pequenina, como a própria música diz. E, como todo mundo, fiz as mesmas perguntas. Hoje tenho meus próprios filhos... e filhos dos meus filhos. Parece que a música virou verdade!
O tempo passa, ficam lembranças e surgem novas perguntas... É a lei da vida. Mas minha avó me ensinou a cantar a mais pura das verdades:
Que será, será,
aquilo que for, será!
O futuro não se vê...
que será, será!


Outras postagens em alma biônica:
Tom Jones - cantor preferido da minha avó

Tyrone Power

Atores diversos



08/03/2009

Dia Internacional da Mulher

Nasci menina, sexo frágil. Pequena, indefesa, dependente. Fui crescendo cercada de laços e vestidos cor de rosa, um doce bibelô.
Brinquei de boneca, de professora, mas logo aprendi a sedução do espelho: vaidade.
Ainda criança, fui obrigada a aceitar o primeiro passo para me tornar uma mulher: me tornei "mocinha". Caminho que não tem volta.
Cresci. Me apaixonei por artistas, por rapazes mais velhos. Me vesti em sonhos a espera de um príncipe. Romantismo.

O amor veio um dia. Mergulhei de cabeça. Pensei ter encontrado meu príncipe. Foi nesta época que descobri o grande milagre da minha vida: ser mãe.
Abençoada por duas vezes com esta inexplicável sensação. Aprendi que esta nova forma de amor é tão grande que é impossível medir! Transborda, invade o peito, engrandece a alma.

Ainda me achando frágil e dependente, a dura realidade me acordou: meu príncipe virou um sapo. Então finalmente entendi o quanto limitava minhas forças. Por mim, por meus filhos, cresci, amadureci. Preenchi a lacuna que um homem deixou com energia, coragem, auto-estima.

Me permiti amar novamente, mas o destino não quis que o amor resistisse.
E só, levei comigo mais um milagre. Entrei novamente na luta, a dura batalha de criar um filho. Não perdi não, mulheres são vencedoras por natureza...

Entre perdas, dores e pressões, aquela menina de vestido cor de rosa descobriu que para ser mulher de verdade é preciso despertar também o lado homem. É a mistura entre o cor de rosa e o azul que me fazem ser o que sou hoje: Livre e mais segura. E entre erros e acertos, sou mais feliz e autoconfiante.

Eu me incomodo um pouco se ainda me chamam de sexo frágil, se ainda fazem piadas e repetem bordões inúteis. A sociedade ainda é bastante machista. Mas eu entro no jogo e faço de conta... Tudo bem. No fundo o que vale mesmo é o meu prazer em ter superado. Em ter aprendido e continuar aprendendo. Em ter descoberto a minha capacidade de existir, resistir, superar.

Se me permiti contar tudo isso, foi porque minha história não é exceção. Cada vez mais as mulheres são obrigadas assumir posições de coragem e força para criar seus filhos em parceria com os pais ou sozinhas.
Ser mulher, hoje em dia, não é pra qualquer um! É preciso ser cabra muito macho!
O batom, o salto alto, a máscara doce e feminina só enfeitam a nossa verdadeira capacidade. Somos o resultado da união entre o guerreiro e a deusa. Esfinges indecifráveis. Donas do nosso próprio nariz, ainda temos a sutileza de fazer de conta que somos dominadas, frágeis e dóceis.
Mas, em matéria de responsabilidade, coragem e garra, somos mais homens que muito homem por aí.
É isso!

A todas:

um Feliz Dia Internacional da Mulher!!




Sobre o dia Internacional da Mulher:
http://g1.globo.com


Dia Internacional da Mulher - ONU:
http://www.un.org



21/02/2009

Definindo "Especial"

Este é um dos lindos momentos "zen", Lucas e eu.

Lucas é meu primeiro neto. Ele é especial. Interprete o que eu disse da forma que achar conveniente, mas me refiro a muito além do que a própria palavra possa definir: Lucas é um ser especial.

O que as pessoas chamam de deficiência, para mim é apenas um modo complexo e diferente de ser. Lucas faz uso do silêncio, mas diz exatamente o que quer, nos mínimos detalhes em gestos e ações.
Se formos analisar as pessoas em geral, ele não é uma exceção. Todos nós temos várias facetas, limites,defeitos,esquisitices.
Lucas também se encaixa perfeitamente no que eu chamo de complexidade do ser humano.

É verdade que para poder me comunicar com ele, tenho que ultrapassar os os limites do falar e ouvir. Tenho que aguçar meus sentidos e compreender cada um dos seus gestos, movimentos, sussurros. Tenho que decifrar seu olhar, que muitas vezes parece perdido num mundo paralelo. Mas aprendi, pouco a pouco, a reconhecer sua forma peculiar de comunicação. Nem uma palavra, mas dezenas de frases silenciosas implícitas num código secreto que poucos percebem ou têm acesso.

Ter alguém muito próximo com paralisia cerebral, requer inteligência para romper todos padrões pré estipulados. Requer percepção para aprender uma nova versão prática de relacionamento. É preciso compreender que, embora existam muitas e grandes dificuldades, é possível encontrar melhores resultados ao preencher completamente o momento: o aqui e o agora. Provavelmente é assim que Lucas entende a vida. É o que lhe dou agora que recebo de volta, em forma mágica e surpreendente.

Fico constrangida quando me deparo com preconceito. Fico desgostosa quando as pessoas insistem em fazer comentários infelizes e desprender lamúrias sobre sua condição. Ninguém com qualquer tipo de deficiência precisa de pena. Nem tampouco deve ser condenado a viver no anonimato, escondido ou privado do convívio normal com a sociedade.Sei exatamente as dificuldades desta dura realidade, entendo que há pessoas que têm bloqueios e não sabem lidar com a situação. Mas não é muito difícil perceber a mensagem que Lucas transmite de felicidade. Ele tem tudo o que precisa: proteção, cuidados, carinho, atenção.

Em nosso relacionamento do cotidiano, o mais gratificante são os momentos mágicos em que nos conectamos numa sintonia fina. Duram segundos. Seu olhar e o meu se cruzam e assim permanecem por instantes. Seu rosto fica sério e percebo o imenso esforço que ele faz para buscar um contato visual mais profundo. Nenhuma palavra se faz necessária nestas frações de tempo. O que nós falamos em silêncio, não é sânscrito, não é esperanto, nem emite som. Mas a mensagem passa e vem do fundo da alma. É na troca de olhares que nos conectamos na mais sincera declaração do querer bem, usando uma língua ilimitada, que rompe barreiras e que, diga-se de passagem, está ao alcance de qualquer um que quiser usá-la.
Lucas e eu nos conectamos na língua universal do amor.
Muito simples. Feliz de quem entende o poder que tem esta forma intuitiva e pura de comunicação.
É amando e sendo amados que transmitimos o que vem do coração e que nos torna pessoas muito especiais. E assim chegamos a minha particular definição da palavra.

Especial: alguém que não pode ser comparado, que é exclusivo e único em suas características, de incalculável valor, que ocupa seu espaço, seu lugar, sua importância, intransferível e insubstituível.

Especiais: assim como são meus outros três netos, meu filhos e todos a quem amo e quero bem.
Especial, assim é Lucas. Mais do que qualquer dicionário ouse definir.


Mais sobre Lucas: gatoderodas.blogspot.com"

16/01/2009

DANÇA DO CREU PRA ANIMAR

Há uns meses, estava muito tranquila assistindo um filminho na Megapix. Rafinha, meu caçula, estava como sempre jogando no computador que também fica na sala.
No intervalo, um comercial chamou minha atenção, a dança do créu editado com cenas de filmes conhecidos. Nossa! Muito engraçado. Só parando mesmo pra olhar. Gritei:
- Rafa! Rápido! Olha só a TV...

Nós rimos muito e ficamos esperando os intervalos pra ver de novo.

São sacadas assim que a gente tem que elogiar. Afinal, só a edição já dá muito trabalho. Quem dirá descobrir as cenas dos filmes que podem ser aproveitadas. Parabéns a equipe que bolou e realizou o vídeo.
Até o humor melhora e dá um gostinho de quero ver mais... Tanto que recorri ao YouTube. (Óbvio que tudo que é vídeo vai parar lá...)
Achei! Pena que a imagem não está boa. Mas confira e sorria!

02/01/2009

Hora de colaborar mais com o planeta Terra

Eu me preocupo com o futuro do nosso planeta. Basta pensar que olhando lá de cima, a Terra é só uma "bolinha pequena" flutuando no espaço e que definitivamente tem limites, é finita. Portanto, por mais quilômetros que ela tenha, por maior que possa parecer, tudo o que fazemos nela reflete no nosso presente e (o que mais preocupa) no futuro dos nossos filhos e netos.

Este final de ano, recebi um e-mail sobre sacolas plásticas os estragos que elas fazem.
Veja e analise por conta própria.




Quando eu vejo cenas assim, eu me sinto muito mal mesmo! E, apesar de já ter aderido a utilização de uma sacola básica de tecido para fazer minhas comprinhas semanais, tem algo que me incomoda: as poucas sacolas plásticas que levo pra casa acabam acondicionando o lixo que preciso descartar diariamente.

Então eu pensei: será que existe outra opção mais ecológica para descartar o lixo?
E este foi o motivo para começar uma de minhas longas jornadas pela internet atrás de dicas e soluções. Formidável! Quanta coisa interessante, quantos sites e blogs abordam este assunto e divulgam uma tomada de consciência na preservação do planeta.
Decidi que quero me envolver mais e participar. Vale a pena divulgar. Cada um pode fazer a sua pequena parte. Aliás, é uma obrigação ! Portanto, uma de minhas metas para 2009 é prestar mais atenção no que posso colaborar para a preservação do meio ambiente e divulgar esta idéia. (Ops, ser verde, sem ser chato..)
Esta é uma primeira postagem sobre o assunto. Como? Ah, sim... minha pesquisa sobre alternativas para descartar o lixo ...sacolas plásticas... Fica para a próxima.

Feliz Ano Novo !! E que seja tudo muito muito novo.


E lembre: o mundo que hoje vemos não é nem sombra do que já foi um dia!
Vamos reverter enquanto há tempo.

11/12/2008

O dilema do: "Com que roupa eu vou ?"

Eu não sei se isso é coisa de mulher. De TPM...
Não sei se acontece com todas ou só com as librianas indecisas...

Não sei se tem relação com o humor, com bio-ritmo ou com a temperatura que faz lá fora...

Vai ver que eu é que sou pinéu mesmo! (Tan-tan ou coisa similar...)

Sei lá de onde vem isso, mas constato com certeza que há dias que eu, definitivamente, não sei o que vestir! Meu armário, embora não tenha tanta roupa assim, acaba sendo um pesadelo infinito de opções.

Eu visto a calça e coloco uma camiseta: ruim.
Eu tiro a camiseta, troco por outra. Olho no espelho e torço o nariz!
"Quem sabe aquela cor de rosa..."
Visto, mas o espelho faz careta e diz: "não!"

Tiro
again. (Repare que a mão no queixo indica indecisão):

"Amarela???"

Visto.

"É, parece que ficou melhor!" (Detalhe, melhor não significa ótimo, só confirma a indecisão...).

Mas quando parece que o problema está resolvido, é a calça que não caiu bem. Parece mais justa.

"Que desgraça. Acho que estou engordando...!Isso é mais que um pesadelo! "

Pego a calça jeans escura. Visto.

"
Hor-ro-rí-vel! (Dicionário on line: significa pior que horrível.)

Tiro. Será que a preta...? Não! Outra. E outra e outra...

"Ai que terror!"

Neste momento, estou cercada de peças de roupa e no limite da minha paciência. Diga-se de passagem: tem dias que eu não me aguento!!!

"Ai, que mer............!!!!!!!!!!"

Sento no pé da cama e penso "acho que é melhor vestir meu pijama e voltar a dormir!"

Sinceramente, nestes dias eu tenho a impressão de que nada vai dar certo, porque na verdade o problema não é a roupa.
Sou eu!

Quem sabe estou de mal comigo mesma. E, e se é assim, não deveria compartilhar meu dia com os outros!

Mas, como todo o dia é dia de luta, não tenho alternativa. Porque de pijama não dá pra sair...Pelada, muito menos!!

Suspiro fundo, encho bem meus pulmões de ar e, quer saber? Dane-se! Vou com a primeira escolha.
Bom, é melhor rir...

Amiga, responda:
isso é coisa de mulher?
Você também passa por estes dias de "dilema fatal"?

Eu só queria entender o porquê"!
Me poupe!

Ainda bem que é só de vez enquando!

18/10/2008

Mudando o foco!!

Cá estou eu, acordando cedo num sábado de manhã, passando meu café. Mas hoje o dia é importante. Vou reunir a família pra comemorar meu aniversário. Nada de festa, porque as vacas estão magras, mas um bolo eu não dispenso... e pra, alegrar as crianças, já deixei alguns balões cheios, espalhados pela casa.

Ontem à noite, como em muitos outros finais de semana, deixei meu caçula Rafa sozinho na sala, jogando no PC. Confesso que não tenho mais o pique pra ficar acordada até muito tarde. Então, eu vou pra cama e ele se estende até umas 3 ou 4 da manhã... (Fazer o quê??). Não é raro, nestas ocasiões, ele me fazer uma surpresa, deixando um bilhetinho, pra que eu possa encontrá-lo no dia seguinte. Via de regra são mensagens amorosas, doces, que me trazem muita alegria.

Como sempre, divagando enquanto o café passa, minha cabeça começa a funcionar feito uma máquina acelerada. Aqueles pensamentos constantes de problemas e fases que a gente quer superar. Não estou lá em um de meus melhores momentos... Meus pensamentos começam a me fazer sentir desânimo, cansaço...

Demora um bocado pra eu me dar conta de que algo está a minha espera. Um carinho. Uma mensagem de conforto. Um pequeno milagre para me fazer sorrir e me alegrar.
Um toque suave de vida pra me fazer despertar da tristeza e me fazer relembrar que há outras coisas importantes para perceber.
Pendurado no boca da torneira, um balão vermelho.
Estranho...
O que é que isso está fazendo aqui?


Surpresa!!

Betty... perdendo tempo com lamentações?????
Mude já o foco !!

Problems, stand by !!!
I love you tooooooooooooooooo, Rafa!!

(Oba, meu dia promete!!!! rsrsrs)

26/09/2008

Abençoado seja o Sol!

Aos 16, procurando uma opção de leitura, peguei meio sem pensar um dos livros na prateleira do meu avô - (que, diga-se de passagem, era um devorador de livros!).
Era um pequeno exemplar, simples, quase de bolso, pelo qual eu não esperava grande coisa.
Tratava-se de uma autobiografia. Uma jovem narrava como tinha ficado tetraplégica ao mergulhar de cabeça no mar sobre os rochedos. O que poderia parecer um livro deprimente e triste, acabou me passando uma linda mensagem de otimismo, auto-superação e perseverança. A jovem aprendeu a pintar com a boca e, mais do que isso, era apresentada a pessoas inconformadas com a mesma sorte para motivá-las e mostrar que não era o fim do mundo.
Curioso como este pequeno livro me marcou de forma definitiva. Não pela sua forte mensagem. Não pela lição de vida. Apenas por uma simples frase no contexto geral, num determinado momento em que a jovem citava as coisas que ela sentia falta pelo seu estado físico. Ela dizia:
"...tenho saudade de sentir a doce sensação do calor do sol batendo em minha pele."

Esta passagem carimbou minha alma e eu sei exatamente porque. Eu me considero uma pessoa extremamente movida pela luz e pelo calor do sol. Provavelmente não me adaptaria a países onde ele quase não aparece. Sua ação é direta sobre o meu estado de espírito e de humor. E, após passados mais de 30, por muitas vezes, quando sinto a sensação agradável do sol na minha pele (principalmente quando saio de um lugar sombrio e frio), eu me lembro do livro e me sinto grata a Deus por esta tamanha maravilha.

Pode parecer demagogia. Que estou inventando moda pra passar lição de moral, etc, etc! Não é não! É a pura verdade e já mencionei este livro e sua influência na minha vida a várias amigas e a meu filho caçula.

Deliciar-me com este prazer sutil é apenas uma gota de água na corrente da minha vida. Uma vida corrida e complicada. Eu procuro constantemente por pequenos milagres que não são observados, mas que estão por aí à disposição, de graça, ao vivo e em cores. Seria tolice estar ocupada demais para não percebê-los!




25/01/2008

Aids: um vírus e muitas mortes.

Um dos fatos mais tristes e trágicos que presenciei nas últimas décadas foi o surgimento da Aids. Sem dúvida, ela veio para aterrorizar e iniciou uma nova fase na história da humanidade.
Lembro claramente, em 1989, que a morte de Lauro Corona me surpreeendeu. Um ator jovem e bonito, não teve muito tempo para brilhar. Até então pouco se sabia sobre a doença. O pior de tudo foi acreditar que ela afetava somente o grupo de risco, homossexuais e usuários de drogas que compartilhavam seringas. Até foi assim durante um breve período. Mas ela se espalhou e se espalhou igual a uma peste. Mulheres contaminadas pelos próprios maridos, heterossexuais, crianças, transfusões de sangue contaminando pacientes. Eu realmente achei tudo isso assustador. Parecia que a Aids nunca seria controlada. O medo era constante, pois cada confirmação de soro positivo era uma sentença de morte.
Hoje, apesar de sabermos exatamente como evitá-la e mesmo existindo medicamentes capazes de prolongar a vida dos doentes, nada apaga a lembrança dos muitos que se foram, nem diminui a tristeza pelos muitos contaminados, muito menos reduz o medo de adquiri-la.
E
u não me convenço com acasos ou fatalidades. Acredito que tudo que acontece, é porque tem que acontecer. E, sinceramente, não condeno quem pratica sexo liberal. Mas de certa forma a Aids veio para colocar um freio na situação. Veio para fazer pensar, para racionalizar um instinto irracional e conduzi-lo a uma forma sadia e responsável de ter prazer.
Espero que um dia tenhamos a boa notícia de que uma vacina foi desenvolvida para controlar definitivamente este monstro. Mas por hora, o que vale é usar a cabeça e se prevenir. E, acima de tudo, respeitar e tratar com dignidade as pessoas que infelizmente se contaminaram.
(Nas fotos: Lauro Corona, Cazuza, Freddie Mercury e Rock Hudson, levados pela Aids).

23/01/2008

A Fotografia nossa herança

Meu avô paterno era fotógrafo profissional. Na casa onde morávamos, ele construiu um estúdio com um grande fundo infinito e um laboratório, onde revelava seus filmes. Assim, durante muitos anos, acompanhei bem de perto o trabalho que ele realizava. Um de seus melhores clientes era a Avon. Sabe os catálogos que as consultoras utilizam para vender os produtos? Pois era o que ele fazia. Mas como estamos falando de outra época, as fotografias destes catálogos eram bem artesanais, com cenários rebuscados e efeitos criativos.
Quando ele recebia os desenhos que deveria seguir, iniciava seu trabalho meticuloso e cheio de artimanhas. Muitas vezes acompanhei a dificuldade para criar cenários rebuscados como, por exemplo, uma praia, areia e conchas espalhadas, ou espuma e bolhas flutuando no ar, ou frascos de perfumes totalmente inclinados, como se estivessem apoiados só pelo cantinho do vidro. Cada uma delas era um novo desafio. Depois da colocação dos cosméticos, a minuciosa preocupação com luz, com reflexos e por aí vai.

Na verdade meu avô era realmente um artista. Não só esculpia suas fotografias, como era um excelente pintor. Os quadros que ele deixou, em óleo, guache e aquarela, são ricos em detalhes com pinceladas muito delicadas. Era como fazer uma fotografia com a ponta do pincel.
Tenho em casa algumas de suas obras, como esta ao lado, que ornam minhas paredes e mantém a lembrança daquele que foi meu segundo pai.
A grande coleção de fotografias que eu e meus irmãos temos de nossa infância são graças aos olhos azuis de nosso vô Arturo que não negava cliques.

E o gosto acabou nos contaminando. Meu pai, que durante muitos anos ficou no segmento de propaganda, chegou a trabalhar no estúdio com meu avô e até hoje é ótimo na câmera. Meu irmão do meio tornou-se também fotógrafo profissional, atuando no segmento da propaganda. E eu, desde os 16, também adoro levar minha máquina para registrar os momentos importantes. É uma pena que meu avô nem chegou a conhecer as máquinas digitais. Com certeza ele se esbaldaria com tanta tecnologia e com a nitidez de imagem no resultado. Mas, quem pode saber se, em outra dimensão, ele não está ainda fotografando anjos e nuvens...

08/01/2008

Pais separados, boca calada!

Separação não é um assunto muito agradável. Mas já virou lugar comum. Há algumas décadas as pessoas separadas sofriam pelo preconceito e, principalmente as mulheres, eram mal vistas e de certa forma banidas do convívio com outros casais.
Meus pais se separaram em 1965, quando eu estava com apenas cinco anos. Eu não questionava muito aquela situação, até porque meu pai vinha diariamente nos ver. Mas eu sabia que ele e minha mãe não moravam juntos e não fazia muitas perguntas sobre isso. Naquela época, não era tão comum encontrar casos iguais ao meu, portanto este assunto eu excluía das conversas com minhas coleguinhas.
Durante os onze anos que estudei na mesma escola (Colégio Assunção), mantive uma amizade pura e fiel com minha querida Angela. Menina branquinha, com traços lindos de rosto, sardas e o cabelo igual ao meu: comprido e liso. Angê, como eu a chamava, e eu formávamos uma dupla inseparável. Éramos parceiras em brincadeiras e aprontamos algumas boas, nos divertíamos em festas e tínhamos um convívio intenso, freqüentando uma a casa da outra.
Mas somente na oitava séria, quando tínhamos em torno de quinze anos, tivemos coragem de assumir que nossos pais eram separados. Nem ela nem eu abrimos o jogo durante dez anos, com medo de ficar em desvantagem. Nem mesmo nossa fiel e profunda amizade foi suficiente para amenizar a vergonha e o incômodo de assumir os lares desfeitos, numa época em que o preconceito ainda reinava. E por fim, já um pouco mais maduras, ficamos aliviadas por contar nosso segredo. E, ao compartilhar da mesma dor, nos sentimos confortadas, o que acabou nos trazendo mais afinidade e cumplicidade.
E para provar que amizade rompe fronteiras, ainda hoje mantenho contato com Angela, por quem tenho muito carinho. São 42 anos em que, apesar de não nos vermos, entre uma ligação ou outra e alguns e-mails, nos fazemos presentes uma na vida da outra.
Mesmo se tornando fato corriqueiro, separação ainda não é assunto agradável. Eu mesma já precisei passar por isso duas vezes. Mesmo tendo sonhado manter uma relação duradoura. Mesmo querendo levantar a bandeira da família estável e segura, não foi possível mudar meu destino. Nem sempre as coisas acontecem da forma que gente planeja.
E o maior cuidado tem que estar na forma que se conduz os filhos. Toda criança ainda passa pela dolorosa fase de adaptação, pela sensação de perda e a dificuldade em aceitar. Mas, cabe a nós, mães e pais, fazer o máximo de esforço para continuar fornecendo um lar estável e seguro e preservar a importância e o sentido amplo da palavra família. A base de tudo. Espero, sinceramente, ter cumprido minha missão de forma adequada.

30/12/2007

Feliz 2008 !

Todos nós já vivemos bons e maus momentos. E a cada nova virada de ano, renovamos nossas esperanças e desejamos a todos os amigos saúde, paz e sucesso.
Comemorar um novo ano é um ato simbólico. Por que a vida é uma caixinha de surpresas, e todo e qualquer dia é sempre um novo mistério: o que poderá acontecer? Imprevisível.

Todos nós escrevemos o nosso próprio livro, o best seller das nossas vidas, palavra por palavra. Uma tarefa individual, obrigatória e importante. O autor é insubstituível. Nem sempre o que fica registrado é bom. Nem sempre o capítulo é feliz e agradável. Mas, o melhor de tudo é saber que é possível virar página. Que o hoje, por pior que seja, um dia será ontem. E que amanhã, por melhor que seja, também passará. Que é necessário continuar escrevendo, por mais que exija esforço, fixando os olhos nas folhas em branco e tentando caprichar ao máximo no texto.

Então, desejo que as páginas escritas no ano de 2008 possam registrar os melhores momentos. Para todos: brancos, negros, amarelos e vermelhos; jovens e velhos, como cantou John Lennon. Para toda a humanidade. Para todos os animais. Para o nosso pequeno planeta!
Que elas relatem muitos momentos de Paz, Amor e Prosperidade.
Histórias de aprendizado, de realizações plenas, de finais felizes e surpreendentes.
De reconciliações, resgates, reencontros. Conquistas, emoções e grandes paixões.
Para que, um dia, quando forem lidas, despertem as mais belas sensações de alegria e bem estar.




Happy Christmas (War is over)
John Lennon e Yoko
Vídeo montagem saintbabs