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01/01/2013

Pride and Prejudice - um filme encantador.

Alguns personagens conseguem me envolver com tanta intensidade que despertam um inexplicável sentimento de encanto. Quando o filme termina, fico meio "no ar", quase que em um mundo paralelo, revendo cenas e digerindo sensações boas que fui sentindo ao longo da história. Esta "paixão instantânea" não tem nada a haver com o aspecto do ator,porte físico ou sua beleza, mas sim com toda a força e personalidade do personagem dentro da trama que ele desenvolve.


Recentemente isso me aconteceu assistindo "Pride and Prejudice" (Orgulho e Preconceito), filme produzido em 2005. O ator Matthew Macfadyen interpreta e caracteriza de forma brilhante Mr. Darcy, um homem sério, de olhar quase triste, que se faz parecer orgulhoso e pedante por ser de família nobre. Aos poucos, ele vai se revelando um homem justo, dócil, amável e finalmente muito apaixonado.

O filme teve três indicações ao Oscar, incluindo a primeira de Keira Knightley como melhor atriz. O figurino e a trilha sonora são notáveis.
O curioso é que a versão que assisti na TV era a inglesa, o filme termina de forma brusca e sem aquele tão esperado beijo. Confesso que fiquei frustrada, coisa de eterna romântica. Mas, no dia seguinte, pesquisando sobre o filme na internet
(santa internet...), me surpreendi ao saber que existe outra versão produzida para atender aos que adoram um "happy ending". A versão exibida para os americanos tem alguns minutos a mais para cumprir com a missão de agradar a todos os gostos.
Também notei que eu não sou uma exceção à regra. Tanto o seriado de 1995 (interpretado por Colin Firth e Jennifer Ehle) como o filme de 2005 são muito apreciados e já despertaram muitas paixões pelo personagem "Mr Darcy".
Não consigo desvendar qual é o segredo do magnetismo que ele exerce sobre as mulheres, mas posso recomendar a todas as românticas inveteradas: vale a pena ver o filme. Não é um drama, nem uma comédia. É um filme leve, gostoso e bom pra ver comendo pipoca...



A foto ao lado é o beijo que você pode não ver, já que está disponível somente na versão americana. Mas, não se aflija, você sempre poderá matar sua vontade e ver a segunda opção de final no YouTube. Anote estes endereços:

Site oficial (movie):
Pride and Prejudice



Blog maravilhoso, com fotos, informações sobre os atores e notícias: Pride and Prejudice Blog

Fotos mais fotos e mais fotos...:
The Darcy Saga
All Movie Photo

No Youtube:
Trailer legendado
Final alternativo
A cena do amanhecer - uma das mais lindas.

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Alma Bionica








01/07/2010

Terence Hill - meu nome é Trinity

Na década de 70, este italiano roubou meu coração. Seus olhos azuis e a irreverência do personagem Trinity me arrancaram suspiros. Eu realmente virei sua fã. E o mais interessante é que ele aparecia sujo e mal vestido. Mas, diga-se de passagem, trata-se de um homem com traços muito bonitos.
Mario Girotti nasceu em 29 de Março de 1939, em Veneza (Itália). Como Terence Hill estrelou vários filmes, muitos com seu companheiro de sucesso Bud Spencer.


Trinity
era uma mistura de Faroeste com comédia e pastelão. Uma dupla de valentões que distribuíam mais tapas e socos do que balas de revólver. Você pode encontrar vários vídeos no YouTube com cenas dos filmes. Muito divertido.


Então, veio a pergunta: por onde andará Terence Hill?

Então, matando a curiosidade cá está uma fotografia mais recente.


E
você pode encontrá-lo em seu site pessoal: (clique nas imagem ao lado):





Para alegrar, um vídeo de Trinity, pedacinho de um dos filmes só para dar vontade de ver mais...





30/01/2010

Highlander e a imortalidade

Highlander é um de meus filmes preferidos que aborda um assunto mágico e polêmico: a imortalidade.
Costumo dizer que tudo na vida tem um preço. Você seria capaz de pagar o preço que a imortalidade pede? Viver geração após geração, perdendo as pessoas que você mais ama sem poder fazer nada a respeito?




A música regada by Queen... "Who wants to live for ever" é magnífica!



Recomendo para quem ainda não viu. E, quanto a imortalidade... Acho que a vida tem que ser como é: uma passagem. E quem sabe o maior dos segredos é fazer dela, enquanto durar, a melhor e a mais linda de todas as viagens.

04/02/2009

Melody - Quando brota o Amor

Curioso como os coisas acontecem. Na década de 70, ainda criança de tudo, fui ao cinema ver este filme. Ficou gravado no meu coração.Aquele menino loirinho lindo, com olhar doce e encabulado, sua vida, escola, seu melhor amigo, e o brotar de seu grande amor, que faz com que ele queira se casar imediatamente.


O tempo passou. O filme ficou apenas na minha memória. Eu jamais pensei que tornaria vê-lo, já que não lembrava
do nome da fita, nem dos atores, nem dados que eu pudesse iniciar uma pesquisa. Mas as coisas acontecem ! Ele veio ao meu encontro em uma de minhas navegadas pela Net. Foi uma grata surpresa ! Além do ar de inocência, da leveza na história, o filme completa sua beleza pela trilha sonora do Bee Gees.

Que coisa boa lembrar destes detalhes da vida da gente. É mágico! Que coisa boa é a internet que me permite ver e relembrar aquilo que estaria completamente fora do meu alcance!
Delicie-se!


Trilha sonora completa: viagemusical-trilhas.blogspot.com

Site com fotos atuais de Mark Lester (que hoje é médico): www.comingatyer.com

Informações do filme - em inglês: www.britmovie.co.uk


19/01/2008

Calhambeque Mágico

Você já imaginou ter uma carro que, além de bonito, flutua na água e voa? Um sonho, não é? Provavelmente isso foi uma das coisas que me encantou quando fui ao cinema ver Calhambeque Mágico (Chitty Chitty Bang Bang). Eu tinha oito anos e fiquei tão envolvida com o filme que acabei voltando para ver novamente. Mas é de se entender. É uma história cheia de fantasias, músicas agradáveis, dança e muita aventura que fez sucesso também com os adultos.
A parte fantástica do enredo é o conto que o viúvo (Dick Van Dike) narra aos seus filhos durante um piquenique. Uma aventura mirabolante na qual eles mesmos são os personagens principais que atuam heroicamente em um reino onde todas as crianças são prisioneiras. E o calhambeque é o astro dos momentos mais fantásticos, quando na fuga ele subitamente abre asas e pode voar, ou quando seus pneus viram bóias e ele flutua na água.
A história foi adaptada para o teatro e você pode ver detalhes neste site muito curioso, cheio de efeitos com barulho e desenhos.
Apesar da fita ser de 1968, ainda há a possibilidade de você matar a sua curiosidade e dar uma olhadinha no site oficial do filme.
Veja no vídeo a música tema do filme e o porquê do nome: o motor do calhambeque, enquanto anda, faz um barulho assim "chitty chitty bang bang".



28/12/2007

Os Dois Mundos De Jennie Logan

Há muitos anos atrás, eu vi um filme que me agradou muito e nunca mais esqueci: "Os Dois Mundos de Jennie Logan", no qual a atriz principal era Lindsay Wagner (você deve se lembrar dela no seriado
"A mulher Biônica". Aliás, fonte de inspiração para o nome do meu blog).

A história, em um resumo rápido, era assim:
Jennie e o marido estão em crise, mudam de cidade e
compram uma casa de campo que pertenceu a um pintor. No sótão, ela encontra objetos antigos e, entre eles, um vestido branco rasgado que lhe desperta interesse. Ela costura e veste a peça. E é aí que acontece a mágica: o vestido se torna uma espécie de portal do tempo, pois cada vez que ela o coloca, volta ao final do século, tempo em que o pintor estava vivo.
Entre indas e vindas pelo tempo, muita coisa acontece. Ela descobre que o pintor morreu de forma misteriosa e que carrega uma espécie de maldição. Eles acabam se envolvendo e nasce uma paixão muito forte. No tempo presente, ela tenta contar ao seu marido o que está acontecendo, mas ele acha que é estresse da crise em que vivem. E, por final, chega o momento em que ela precisa decidir se fica no presente, vivendo um casamento falido, ou fica definitivamente no passado, vivendo seu novo amor e tentando alterar os fatos.

Os Dois Mundos de Jennie Logan, produzido em 1979, é um romance com doses de mistério e suspense, uma receita perfeita para o meu gosto pessoal. Em todos estes anos, nunca mais tive oportunidade de revê-lo, até por que eu nem lembrava direito o nome. Pesquisei aqui, na internet, para esta postagem e constatei também que a crítica fala muito bem dele. Portanto, se você ficou querendo saber o final ou de certa forma eu consegui aguçar sua curiosidade, trate de começar a busca nas locadoras. Pois é exatamente o que prentendo fazer.

27/11/2007

"Em Algum Lugar do Passado"

Eu sempre tive (e ainda tenho) fascinação por filmes que utilizam o tempo como ferramenta de interesse. Saltos do presente para o passado, do passado para o futuro, formando uma rede de fatos relacionados que desencadeiam o efeito dominó. Amo!
Talvez por este motivo, "Em Algum Lugar do Passado" é um de meus filmes preferidos. Eu aluguei a fita (vídeo) em 1987 e pude vê-la sozinha. Que sorte, porque assim chorei à vontade, sem ninguém me olhando com curiosidade.
"Somewhere in time" é uma história de amor, que brinca com o tempo, que faz a gente viajar e se apaixonar. O personagem principal, Richard (Christopher Reeve) volta ao passado para poder conhecer e encontrar o seu amor Elise (Jane Seymour). Sei, sei. Você viu o filme e não concorda comigo. Tudo bem. A interpretação desta história é muito pessoal e já gerou algumas polêmicas. Há os que preferem dizer que tudo não passou de um sonho. Mas eu gosto de acreditar que ele realmente viaja para o passado, utilizando a técnica de um estudioso no assunto. (Por isso ele compra uma roupa da época e tira todos os objetos modernos do quarto).
A trilha sonora é maravilhosa e as principais músicas são: "Somewhere In Time" John Barry e "Rapsódia Sobre um Tema de Paganini" (Sergei Rachmaninoff). Elas sempre me comovem muito.
Algumas cenas formam a "rede" passado-presente e marcam pela sensibilidade:
- momento em Richard se apaixona pela fotografia da atriz (no tempo presente), sem saber que quando ela pousou (no tempo passado), eles estavam se olhando.
- quando Richard constata que seu nome está em um dos arquivo antigos de hóspedes do hotel, confirmando que ele esteve realmente lá no passado e lhe fornecendo a certeza absoluta de que pode voltar no tempo.
- no início do filme, quando ela, velhinha, entrega o relógio para Richard e diz: "volte para mim!".
Mas o momento de maior impacto, que me pegou de surpresa, é o da manhã seguinte que eles passam a noite juntos. Os dois conversam e dão risada. Ela critica a roupa que ele está usando. Ele acha graça da crítica, enfia a mão no bolso do paletó e retira uma moeda que o faz lembrar que está fora do seu tempo. Enquanto ela grita, a imagem escurece e faz entender que ele some e avança para o seu tempo real. Será que é possível ver esta cena sem chorar ? Bom, eu desabei! E nos momentos seguintes, torci para que ele conseguisse voltar. Eu me senti tão desolada, inconformada, vivendo todo o drama.
Que romance lindo! Leve, quase inocente e tão profundo. (Não posso deixar de citar a saudade e admiração por Christopher Reeve, nosso super-homem das telas, que deixou uma linda lição de vida e de coragem.)
E depois de todos estes anos, sempre que lembro do filme, uma dúvida continua me perseguindo. Será que você sabe a resposta? Vou insistir até alguém responder: afinal, de quem era realmente o relógio?
Melhor do que quebrar a cabeça pensando, relembre e aprecie comigo.